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O dólar inverteu o sinal visto na primeira metade do pregão e fechou praticamente estável nesta terça-feira (25), ainda no patamar de R$ 5,75. Investidores repercutiram a divulgação de novos dados de inflação no Brasil e seguiram atentos ao noticiário internacional.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, avançou 1,23% em fevereiro. O resultado representa uma aceleração em relação a janeiro (0,11%), mas ainda ficou abaixo do esperado pelo mercado, que previa um avanço de 1,34%.
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Ainda no ambiente doméstico, falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que participou de um evento promovido pelo BTG Pactual nesta manhã, também ficaram no radar, em meio a novas preocupações com o quadro fiscal do país.
Já no exterior, as tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continuavam na mira dos investidores. A estimativa é que as novas taxas de importação sobre o México e o Canadá comecem a valer efetivamente em março, após terem sido adiadas durante um mês.
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As tarifas continuam a acender um alerta sobre um possível aumento da inflação norte-americana. Assim, falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) também ficaram sob os holofotes.
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta na última hora do pregão.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Ao final da sessão, o dólar recuou 0,01%, cotado a R$ 5,7547. Durante o dia, foi a R$ 5,7435 na mínima e a R$ 5,8134 na máxima.
No dia anterior, a moeda americana teve alta de 0,43%%, cotada a R$ 5,7554.
Com o resultado, acumulou:
- alta de 0,43% na semana;
- recuo de 1,40% no mês; e
- perdas de 6,87% no ano.
Ibovespa
Já o Ibovespa opera em alta na última hora do pregão.
Na véspera, o índice teve baixa de 1,36%, aos 125.401 pontos.
Com o resultado, o Ibovespa acumulou:
- queda de 1,36% na semana;
- perdas de 0,58% no mês;
- alta de 4,25% no ano.
Fonte: Valor