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O dólar fechou em queda de 0,22% nesta quinta-feira (29), cotado em R$ 5,1940, no menor patamar de fechamento desde maio de 2024. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, também registrou perdas no pregão, após alcançar uma nova máxima intradiária, aos 186 mil pontos. Ao final da sessão, a bolsa caiu 0,84%, aos 183.134 pontos.
Após as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, os mercados passaram a se concentrar em novos indicadores econômicos. Na quarta-feira, o Federal Reserve manteve a taxa entre 3,50% e 3,75% ao ano, enquanto o Banco Central do Brasil manteve a Selic em 15% ao ano.
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No Brasil, a agenda do dia trouxe os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), com números sobre o mercado de trabalho formal em dezembro. Segundo as informações divulgadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Brasil registrou a criação de 1,279 milhão de novos empregos com carteira assinada em 2025.
Esses dados ajudam a calibrar as expectativas sobre a atividade econômica no início de 2026 e indicam se há espaço para cortes na taxa básico de juros (Selic) pelo Banco Central.
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Um dia após o Fed decidir manter os juros inalterados, o presidente Donald Trump voltou a pressionar a instituição. Em postagem no Truth Social, ele afirmou que Jerome Powell não tinha motivos para manter a taxa tão elevada, dizendo que a decisão prejudica o país, custa bilhões de dólares aos EUA e compromete a segurança nacional.
Ainda nos EUA, os investidores acompanharam a divulgação dos pedidos semanais de auxílio-desemprego e dos dados da balança comercial, indicadores que ajudam a medir o ritmo da economia americana. Balanços corporativos também ficaram no radar.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
Dólar
- Acumulado da semana: -1,75%;
- Acumulado do mês: -5,37%;
- Acumulado do ano: -5,37%.
Ibovespa
- Acumulado da semana: +3,26%;
- Acumulado do mês: +14,63%;
- Acumulado do ano: +14,63%.
Fonte: Valor