Defesa Civil do Estado interdita principal escola de Macatuba

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A Defesa Civil do Estado de São Paulo decidiu nesta quarta-feira (27) interditar temporariamente a Escola Municipal CAIC Cristo Rei, principal prédio escolar de Macatuba (SP), onde estudam cerca de 700 crianças.

Durante a visita, os técnicos tomaram a decisão diante das condições do imóvel, que desde 2019 vem sofrendo com problemas estruturais.

Segundo Sidney Aguiar, coordenador regional da Defesa Civil do estado, a interdição total do prédio foi determinada até a emissão do laudo pericial pelo IPT (Instituto de Pesquisas Técnicas).

A avaliação do IPT levará em conta as condições do solo e a expectativa é de que o laudo fique pronto em cerda de dez dias.

A decisão de chamar a Defesa Civil Estadual foi do presidente do órgão local, Armando Soares Júnior, que durante visita ao local para verificar denúncias de moradores encontrou sérios problemas, inclusive de movimentação da estrutura.

Prédio do CAIC Cristo Rei apresenta sérios problemas desde 2019, inclusive com "movimentação de estrutura" — Foto: Defesa Civil/Divulgação
Prédio do CAIC Cristo Rei apresenta sérios problemas desde 2019, inclusive com “movimentação de estrutura” (Foto: Defesa Civil/Divulgação)

Apesar da interdição, a prefeitura garantiu que os alunos não ficarão sem aulas. Segundo o secretário municipal de Educação, Adriano Queiroz, a prefeitura estuda até montar uma espécie de escola de campanha no local.

O retorno às aulas em Macatuba, de maneira remota ou híbrida, deverá ser definido nos próximos dias após reunião com conselhos e comitês constituídos.

Os problemas estruturais da Escola Municipal CAIC Cristo Rei começaram a ser observados no primeiro trimestre 2019, quando um forte barulho foi percebido pelos alunos e por uma professora em sala de aula.

Na época, o setor de engenharia da prefeitura emitiu um laudo de que não havia perigo para os usuários do prédio. Após 15 dias, foi emitido um novo laudo por uma empresa especializada contratada pela prefeitura que apontou a existência de “patologias graves” de estrutura, “tornando o prédio do CAIC inseguro”.

Fonte: G1

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