Artigo: Geração “acabou@acabou” – Por Lourival Panhozzi

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Sou um mero aprendiz de contador de histórias, algumas por mim vividas, outras a mim contadas, tal qual aquelas frutos da leitura, todas, porém, imaginadas e escritas pela fé e a necessidade que tenho de acreditar que somos muito mais do que um “corpo máquina inteligente”.

 

Tem me causado perplexidade, o crescimento do número de pessoas que não acreditam em nada. Temos hoje a nossa frente uma geração do “acabou@acabou”. Para eles, quando morremos, morremos de verdade, nada mais acontece ou acontecerá. Me assusta. Esta perspectiva limita todo o nosso conhecimento e capacidade de raciocinar, porque nega todo tipo de religião, exterminando a crença em um Deus, com um propósito para a humanidade.

 

Mas tem também o time do “eu sou sempre vida”, acreditam eles que “quando alguém amado morre, ele deixa de viver ENTRE nós para viver EM nós”. Desta forma, seguimos em um processo de evolução continuada, onde o que se apreendeu e sentiu é aperfeiçoado pelo próximo e pelo depois dele. Como toda transformação tem um sentido e um objetivo, este certamente também tem o seu. Então, que o último nos conte depois.

 

O melhor mesmo é não discutir crenças e aprender com cada uma delas, aceitar com tranquilidade os opostos do pensamento do binômio: vida (+) morte (-), até mesmo a inversão dos símbolos matemáticos nesta relação.

 

Agora a verdade é que ninguém pode negar: É muito gostoso relembrar dos bons momentos vividos com aqueles que amamos e já morreram. Quando fazemos isso, não apenas revivemos, mas também sentimos as mesmas emoções. Se podemos fazer isso, é porque ainda não somos, pelo menos não totalmente, apenas “um corpo máquina inteligente”. Somos também energia, e esta energia pode viajar no espaço e no tempo, a exemplo das transmissões das naves que hoje pesquisam o universo e mandam para terra, de milhões de ano luz de distância, ondas que são sinais de informações. Ninguém as vê, mas todos reconhecem existir.

 

Nós geramos, igualmente, ondas de energia quando pensamos (Master Mind de Napoleon Hill), depois que estas são lançadas no etéreo, viajam por muito tempo, podendo, quem sabe (?), serem captadas. Estas ondas somos nós. Pena que ainda estejamos fora de sintonia com o universo, afinal estamos ocupados demais tentando ser só o hoje.

Somos estranhos até no próprio ninho. Ainda não conseguimos nos identificar. Conhecer primeiro a si mesmo, nos preparar para entender e conviver em paz com o próximo.

 

Somos catalisadores de energias que brotam dos nossos pensamentos e, por desconhecimento, recebemos na mesma vibração que emitimos, consequentemente, sofremos os efeitos das articulações mentais irresponsáveis e frívolas.

Os estudos e as reflexões propiciam uma visão ampla e segura, criando harmonia e segurança na direção sadia da evolução. Portanto, tudo que semeamos temos a obrigação de colher, criando uma sinergia no campo da ação e da reação, fonte do equilíbrio e do bem viver. A vida é a somatória daquilo que pensamos, acreditamos e agimos, sendo cômodo não acreditar, pois esta forma não exige esforço nem raciocínio…

 

* Lourival Panhozzi é empresário, Diretor Funerario – Pres. Abredif/Sefesp -, Diretor do CTAF, Sistema Prever e Solucard.

 

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