Artigo: Baixa Espiritualidade e Cursos Universitários Públicos – Por Antonio Roberto Mauad

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O ser humano, criado por Deus Pai, constitui-se por três elementos: corpo, alma e espírito, e são inseparáveis, ainda que alguns não creiam e passam a ignorar um ou dois destes elementos. O corpo é parte do ser, constituído de elementos químicos vindos da terra, como oxigênio, carbono, hidrogênio, e outros elementos em suas proporções, que remete ao momento da criação do homem na Bíblia / Gênesis.

A alma, de modo ilustrativo, é o elemento que anima o corpo e seus órgãos, no sentido físico do corpo, e onde o ser humano ex pressa-se e comunica-se com o mundo exterior, sendo que corpo sem a alma é inerte, pois a alma usa o corpo para expressar a vida funcional e racional, sem a alma, identificada no hebraico, dentro do Velho Testamento, como nephesh, e no Novo Testamento, por psique, o corpo está morto. O espírito é o sopro de vida dado por Deus ao homem, o espírito é o elemento de ligação entre Deus e o ser humano, sendo que corpo, alma e espírito são bases reais dos três elementos do ser: consciência do mundo externo, consciência própria e consciência de Deus.

Estabelecido este parâmetro racional, voltemo-nos tristemente às nossas universidades públicas, que estão cada vez mais distantes deste tricótomo (divide-se em três tomos – 1º Tessalonicenses 5.23), sobretudo os cursos de humanas, a ausência de espiritualidade tem levado alunos a depressão, drogas, e, sem exagero, gerando pensamentos de suicídio, fruto da vivência acadêmica, que na maioria são jovens, que saem cedo de casa para estudar, onde em inúmeros casos encontram um ambiente predominantemente ausente da mínima espiritualidade, mas cheio de teses que negam o sobrenatural, Deus!

Em um processo gramscista, em pleno curso dentro da universidade, onde com poucas exceções, nas humanas tem sua força motriz doutrinaria, se considerarmos a vertente que todo discurso / fala é ideológico. Espiritualidade, a qual não refiro unicamente a boa judaico-cristã, mas a que possa evitar o estado maléfico em nossos jovens universitários, de modo equilibrado entre corpo, alma e espírito! O maléfico gramscismo tem objetivo único, estabelecer o comunismo, destruindo valores da sociedade, como a negação do sobrenatural, onde tristemente docentes socialistas prestam-se a isso, crendo serem intelectuais, mas sem medir de fato suas consequências ao seu redor.

Basta estabelecer uma conversa com os alunos, que nota-se este degradante quadro, e atentemo-nos, o gramscismo também é campeão no ensino fundamental, fruto dos professores egressos destes campi. O Estado, nestas últimas décadas iniciado em FHC, Lula, Dilma / Temer, está pagando docentes, formando professores e profissionais que estão a serviço da deterioração das bases do próprio Estado, via destruição de valores morais e éticos, que visa estabelecer gradativamente, de forma subliminar, os valores do comunismo, e quando os cidadãos de bem se derem conta, pode ser tarde, vide Venezuela, Cuba, Nicarágua, algumas nações africanas, entre outras.

“Estudar o gramscismo é fundamental para entender a reengenharia social que atua na conquista do subconsciente das pessoas, por meio da sutil implantação de um novo senso comum”. Blog evangelismo presente, outubro de 2014.

Antonio Roberto Mauad, o “Turquinho”, é funcionário público estadual, tecnólogo em marketing e MBA em Gestão Pública.

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