Ceia de Natal: o que não pode faltar

Separamos aqui os itens mais importantes na ceia de Natal e ainda te explicamos como eles chegaram à sua mesa. Mais um natal se aproxima, presentes comprados, árvore enfeitada, mas e a ceia? Pratos tradicionais quando bem feitos podem agradar muito mais do que algo mais exótico e que tenha risco de dar errado. Mas será que você já parou para pensar como esses pratos viraram tradição em nossa ceia?

Confira aqui a história dos itens mais importantes na sua mesa de Natal!

Peru

Não tem para ninguém! Quando se fala de ceia de natal a primeira coisa que vem à mente é o peru no centro da mesa.

• Tradição centenária: o peru começou a ser consumido pelos povos que habitavam o continente americano antes da chegada dos europeus, que popularizaram o prato ao redor do mundo. A ave até então era símbolo das conquista de territórios entre tribos.

Rabanada

Não tem jeito, todo mundo acaba se rendendo a essa delícia natalina! A mistura nada mais é do que pão, leite, açúcar e leite condensado.

• Lá de Portugal: com o objetivo inicial de recuperar mulheres pós parto, a rabanada acabou ganhando o coração dos portugueses, que logo se encarregaram de trazer o doce ao Brasil.

Panetone

Desde a versão mais tradicional com frutas cristalizadas até o trufado, o panetone é um item de primeira necessidade na ceia.

• Amor Italiano: diz a lenda que lá pelos anos 1400, um jovem italiano apaixonado pela filha do chefe, quis impressioná-la com um doce diferente preparado por ele, e assim surgiu o panetone.

Bacalhau

O peixe de tradição português é figurinha carimbada na ceia de Natal no Brasil. Sua presença é tão forte na ceia que muitas variedades de pratos adaptados ao paladar do brasileiro foram surgindo ao longo dos anos, como o escondidinho e o bolinho de bacalhau, por exemplo.

• Motivos religiosos: Portugal sempre foi um país em que a religião católica predominava entre seus habitantes. O jejum imposto pela igreja impedia que os fiéis comessem carne por mais de um terço do ano. Foi aí que o bacalhau entrou em cena, principalmente em datas comemorativas como Páscoa e – é claro – o Natal. Mesmo com as mudanças dos hábitos de jejum, o prato ganhou cada vez mais espaço na culinária do país, e no Brasil não foi diferente.