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Mudança de estação traz pólen, variação de temperatura e maior incidência de crises respiratórias.
Com a proximidade da primavera, marcada para começar oficialmente no dia 22 de setembro, médicos alertam que os casos de alergias respiratórias, como rinite e asma, tendem a aumentar em todo o país. A mudança de estação traz temperaturas mais amenas, aumento na umidade do ar e maior concentração de pólen, fatores que favorecem crises alérgicas.
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De acordo com especialistas, a rinite alérgica é uma das condições mais comuns nesta época do ano. Os sintomas incluem espirros frequentes, nariz entupido, coceira nos olhos e garganta irritada. Além do pólen liberado pelas flores, poeira, mofo e mudanças bruscas de temperatura também estão entre os principais gatilhos.
Como se prevenir
Entre as orientações médicas para reduzir os efeitos da alergia, estão:
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- manter a casa arejada e livre de poeira;
- evitar tapetes e cortinas que acumulem pó;
- higienizar roupas e roupas de cama com frequência;
- hidratar-se bem para ajudar no funcionamento das vias respiratórias;
- procurar acompanhamento médico em casos persistentes, já que existem medicamentos e vacinas específicas que podem ajudar a controlar os sintomas.
A chegada da primavera pode ser um desafio para quem sofre de alergias, mas com cuidados simples e orientação profissional é possível atravessar o período com mais qualidade de vida.