Cantor sertanejo Belutti temeu pela sua carreira após operar hemorroida

O sertanejo Belutti, da dupla Marcos & Belutti, por pouco não viu a carreira ruir precocemente em 2007, antes de estourar no Brasil com hits como “Domingo de Manhã” e “Aquele 1%”.

A razão, inusitada, foi comentada pelo cantor no “Programa do Porchat” na madrugada desta quarta (7): sofrendo de hemorroida, ele precisou se submeter a uma cirurgia no local. E sem ter plano de saúde.

“O Marcos tem uma irmã que trabalhava no hospital e armou um esquema em hospital público”, revelou no programa. “Era eu e mais três caras no mesmo quarto para operar. Eu fui o último, foi muito engraçado. Todo mundo que voltava falava ‘boa sorte’.”

Para o cantor, pior do que ficar afastado dos palcos foi a experiência pós-operatória. Foram 20 dias deitado na sala de casa apenas vendo televisão, praticamente sem poder se mexer.

Segundo Belutti, qualquer movimento no corpo, desde um simples levantar de braço, era sentido como um “caco de vidro” na região operada.

“Meu ex-cunhado chegou na minha casa, idiota, dizendo: ‘E aí, cara?’. Aquele barulhão deu um choque que eu queria morrer. Tomava susto e dava aquela travada. Foi terrível.”

Mesmo com todo o infortúnio no início da carreira, Belutti ressaltou que não mudou em nada sua alimentação. “Pior que agora não sei como aconteceu isso [a hemorroida]. Sempre falam que o problema é pimenta. Eu sou um dos caras que mais gosta de pimenta”, revelou. “Ele [Marcos] come até pedra e não dá nada”.

Ainda na entrevista, em que admitiu ter feito vasectomia, Marcos surpreendeu ao afirmar que o cantor Wesley Safadão rejeitou o sucesso “Aquele 1%” antes de gravar a música em parceria com a dupla.

“Soubemos há pouco tempo que os compositores da música, o Benício Neto e Vinícius Poeta, mandaram a música, e o Safadão não quis gravar. Ela foi primeiro para o Safadão.”

“Eles mandaram para vários artistas sertanejos. E eles não quiseram mandar para gente porque acharam que seria um pouco clichê o lance do ‘Domingo de Manhã’, e que nós não aceitaríamos”, completou Belutti.

Fonte: UOL