Dólar avança mais de 3% e volta a fechar acima de R$ 4

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O dólar encerrou a sessão vendido a R$ 4,1095, em alta de 3,37%.

O dólar ultrapassou a cotação de R$ 4 pela primeira vez na história na semana passada, chegando a ser vendido a R$ 4,24, por preocupações com o ajuste fiscal no Brasil e com a possibilidade do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, elevar a taxa de juros do país.

Veja a cotação ao longo do dia:

Às 9h05, alta de 0,04%, a R$ 3,9773

Às 9h10, alta de 0,66%, a R$ 4,0019

Às 9h20, alta de 0,83%, a R$ 4,0088

Às 9h50, alta de 0,44%, a R$ 3,993

Às 10h30, alta de 0,69%, a R$ 4,0032

Às 11h30, alta de R$ 1,51, a R$ 4,0358

Às 12h, alta de R$ 1,31%, a R$ 4,0279

Às 12h54, alta de 0,54%, a R$ 3,997

Às 13h24, alta de 0,69%, a R$ 4,0032

Às 14h09, alta de 1,39%, a R$ 4,0308.

Às 14h46, alta de 1,29%, a R$ 4,0272.

Às 15h13, alta de 1,64%, a R$ 4,0410.

Às 15h54, alta de 1,74%, a R$ 4,0449.

Analistas do Scotiabank ressaltaram, em nota a clientes, que os mercados financeiros adotavam uma “mentalidade defensiva” nesta sessão, no início de uma semana marcada por declarações de uma série de autoridades do Federal Reserve, banco central norte-americano, bem como a divulgação dos dados de mercado de trabalho da maior economia do mundo na sexta-feira.

Pesavam ainda preocupações com o crescimento econômico mundial, especialmente em relação à China e economias emergentes, que vêm reduzindo o apetite por ativos de risco. Esse movimento, que ganhou combustível nesta sessão com o tombo das bolsas europeias, levava o dólar a fortalecer contra as principais moedas emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

Cenário do doméstico

No cenário doméstico, operadores mantinham os olhos grudados na estratégia de atuação do BC e do Tesouro Nacional, que na semana passada interrompeu uma espiral negativa de pressão cambial. Só nas três últimas sessões, o BC atuou dez vezes –incluindo leilões de swaps para rolagem–, mas nunca no mercado à vista vendendo dólares das reservas internacionais.

No sábado (26), a presidente Dilma Rousseff comentou a disparada da cotação do dólar e disse que o governo está “extremamente preocupado” com o fato de haver empresas com dívidas na moeda americana. Ela enfatizou, no entanto, que o Brasil tem “reservas suficientes”. Dilma conversou com jornalistas em Nova York, após participar de uma reunião com lideres da Índia, Alemanha e Japão.

Operadores não descartavam, no entanto, a possibilidade de novas ondas de volatilidade no câmbio.

Fonte: G1

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