Dois turistas morrem em assaltos em Praia Grande, litoral de São Paulo

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Dois turistas foram mortos a tiros em dois assaltos, ocorridos em um intervalo de três horas, em um mesmo cruzamento, ontem de madrugada, em Praia Grande (71 km de SP).

Os crimes ocorreram na esquina da avenida Roberto Almeida Vinhas com a avenida Dom Pedro 2º, um dos principais acessos à cidade, ao lado da rodovia dos Imigrantes, no bairro Cidade Ocian.

Um adolescente de 17 anos foi detido. Outros nove bandidos eram procurados pelas polícias Civil e Militar até a conclusão desta edição.

Segundo a polícia, o primeiro roubo ocorreu logo depois da meia-noite, quando um Chevrolet Onix parou no semáforo do cruzamento. Três ladrões com bicicletas cercaram o veículo, no qual estavam o aposentado Carlos Roberto Engman Duarte, 69 anos, e sua mulher, Maria da Consolação Vieira Duarte, 65 anos, ambos da capital.

Um ladrão bateu com uma arma de fogo no vidro do carro. Logo depois, disparou, atingindo a cabeça de Maria da Consolação, que morreu.

Às 2h50, no mesmo local, o consultor Pedro Henrique Cardoso Tecedor, 42 anos, parou seu Volkswagen Fox no farol vermelho. Sua mulher, a técnica em enfermagem Aretuza Bueno do Amaral, 41 anos, estava no banco de passageiro. O casal é de Itanhaém (106 km de SP).

Segundo a polícia, um homem se aproximou do carro e anunciou o assalto. Tecedor tentou arrancar com o veículo, mas levou um tiro. Ele conseguiu dirigir alguns metros, foi socorrido, mas morreu a caminho do hospital.

Em ambos os casos, os ladrões fugiram sem nada.

BUSCA E DETENÇÃO

Ainda de madrugada, a PM recebeu informação anônima de que um dos bandidos estava em um baile funk na área. Após buscas, deteve um adolescente de 17 anos em sua casa. O suspeito teria confessado o assassinato de Maria da Consolação.

Para a polícia, apesar de no mesmo cruzamento, os roubos não têm ligação entre si. O adolescente e dois comparsas praticaram o primeiro roubo, e uma quadrilha com outras seis pessoas roubou o segundo casal horas depois.

A reportagem questionou a PM sobre a falta de segurança no local do crime após a primeira morte. Até a conclusão desta edição, não houve resposta.

Fonte: Folha de SP

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