Após cair pela manhã, dólar fecha em alta, acima de R$ 3,90

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Em sessão instável, o dólar fechou acima de R$ 3,90 nesta terça-feira (20) pela primeira vez em duas semanas, acompanhando os movimentos da moeda norte-americana no exterior em mais um dia marcado por poucos negócios, com investidores ainda preocupados com a indefinição política no Brasil.

O dólar avançou 0,67%, a R$ 3,9028 na venda, na maior cotação de fechamento desde 2 de outubro (R$ 3,9457).

A divisa dos EUA chegou a cair a R$ 3,8472 na mínima do dia, mas passou a subir no início da tarde.

“A agenda está fraca e estamos vendo algumas entradas (de recursos). Sem grandes notícias, o mercado opera pontualmente, especula bastante e o volume pequeno tende a aumentar a volatilidade”, disse o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado.

Incertezas que vão desde a permanência de Joaquim Levy no Ministério da Fazenda até a possibilidade de eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff vêm deixando investidores nervosos nas últimas semanas, mas o ritmo mais lento do noticiário no início desta semana levou o mercado de câmbio a reduzir a marcha.

Veja a cotação ao longo do dia:

Às 9h20, recuava 0,477%, a R$ 3,8583.

Às 10h30, recuava 0,382%, a R$ 3,8620.

Às 11h20, recuava 0,144%, a R$ 3,8712.

Às 12h26, avançava 0,04%, a R$ 3,8786

Às 13h03, recuava 0,11%, a R$ 3,8727

Às 13h48, recuava 0,07%, a R$ 3,8741.

Às 14h09, avançava 0,17%, a R$ 3,8832.

Às 14h40, avançava 0,55%, a R$ 3,8982.

Às 15h05, avançava 0,45%, a R$ 3,895.

Às 15h35, avançava 0,58%, a R$ 3,899.

Às 16h, avançava 0,77%, a R$ 3,9067.

Nesta manhã, o Banco Central deu continuidade à rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, com oferta de até 10.275 contratos, que equivalem a venda futura de dólares.

Cenário doméstico e internacional

Nesta manhã, a oposição informou que adiou para quarta-feira o protocolo na Câmara dos Deputados do novo pedido de impeachment contra Dilma.

Por outro lado, no campo fiscal, aumentava a expectativa sobre uma nova revisão da meta de superávit primário deste ano, com o governo podendo reconhecer um déficit que poderia chegar a R$ 50 bilhões.

No campo externo, dados mistos sobre a economia dos Estados Unidos vêm trazendo dúvidas sobre se os juros norte-americanos subirão neste ano. Se de fato o Federal Reserve, banco central dos EUA, não agir neste ano, ativos de países emergentes, que pagam juros elevados, continuariam atraentes.

Fonte: G1

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