Brasil e Argentina decidem a Copa América no Maracanã

A tão aguardada final da Copa América entre Brasil e Argentina vai acontecer neste sábado. O duelo será no Maracanã, às 21h (de Brasília). A Seleção Brasileira chega em busca de mais um título da competição em casa. Desta vez, Neymar vai estar em campo, o que não aconteceu na edição de 2019.

O técnico Tite destacou a grandeza do confronto contra os hermanos.

“São os dois últimos sul-americanos campões do mundo. 2002, 1994, 86 a Argentina. Tem uma dimensão, sem desprezar Colômbia, Uruguai, são ícones do futebol mundial. Falar de Messi e Neymar é falar de excelência, virtudes técnicas, mentais, físicas, capacidade de criação muito alta. É um grande desafio, um grande espetáculo”, disse.

Para esta partida, Tite segue sem poder contar com Gabriel Jesus, suspenso. Já Alex Sandro se recuperou de lesão, mas ainda é dúvida.

Do outro lado, a Argentina encara o duelo como uma final de Copa do Mundo. Os hermanos querem acabar com o jejum de títulos, que vem desde 2013. Os argentinos contam com a motivação de Lionel Messi. O atacante tem sido fundamental na campanha da seleção na competição.

O técnico Lionel Scaloni minimizou o fato de Neymar ter afirmado que gostaria de encarar a Argentina na decisão: “Eles dizem isso porque eles têm muita amizade, o Neymar com o Messi e os outros jogadores. Sei que eles dizem isso com sinceridade. Eles sempre falam bem de nós”, declarou.

FICHA TÉCNICA:
BRASIL X ARGENTINA

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 10 de julho de 2021, sábado
Hora: 21h (de Brasília)
Árbitro: Esteban Ostojich (URU)
Assistentes: Carlos Barreiro (URU) e Martín Soppi (URU)
VAR: Andrés Cunha (URU)

BRASIL: Ederson, Danilo, Thiago Silva, Marquinhos e Renan Lodi (Alex Sandro); Casemiro, Fred e Lucas Paquetá; Éverton Cebolinha, Neymar e Richarlison
Técnico: Tite

ARGENTINA: Emiliano Martínez, Molina, Otamendi, Pezzella e Tagliafico; Guido Rodríguez, Lo Celso, De Paul e Messi; Di Maria e Lautaro Martínez
Técnico: Lionel Scaloni

Fonte: Yahoo! – Foto: Lucas Figueiredo / CBF

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