Brasil bate fácil a República Dominicana na Liga das Nações

A República Dominicana, adversária desta quarta, era claramente mais forte do que o Canadá, rival da estreia na Liga das Nações. Mas a boa atuação da seleção feminina de vôlei deixou tudo mais fácil. Bem no ataque e no sistema bloqueio-defesa, o time de Zé Roberto Guimarães venceu por três sets a zero, parciais de 25/20, 25/13 e 25/17.

Claramente, a seleção ainda sente falta de ritmo de jogo. Isso fica nítido em algumas jogadas que não saem tão naturalmente. Mas a atuação desta quarta foi de animar. Com o resultado, o Brasil chegou à segunda vitória em dois jogos.

Destaques

Gabi voltou a ter atuação muito boa. Porém, os grandes nomes da partida foram outros. Fernanda Garay foi muito bem e comandou a seleção em quadra com 14 pontos anotados. Carol Gattaz, que ganhou chance de começar como titular, mostrou que está fortíssima na briga por uma vaga em Tóquio. A central teve ótima atuação, com 7 pontos de ataque e 3 de bloqueio. Macris também foi bem na distribuição e, surpreendentemente, no bloqueio.

Próximos jogos

Na próxima rodada, o Brasil enfrenta os Estados Unidos. O jogo será nesta quinta, a partir das 14h30. A República Dominicana joga contra o Canadá, às 10h.

O jogo

Zé começou o jogo com Carol Gattaz e Mayany no time titular, nos lugares de Bia e Carol. E a veterana começou muito bem. Com dois bloqueios logo no início, ajudou o Brasil a abrir 4 a 2. Em um levantamento espetacular de Macris para Garay, a ponteira acertou uma porrada no chão para abrir 14 a 11. O ataque saiu a mais de 90 quilômetros por hora. A República Dominicana ainda conseguiu apertar um pouco com o saque forçado, mas com bons ataques de Gabi e Garay a seleção conseguiu se manter na frente e fechar o set em 25 a 20, em bola para fora de De La Cruz.

Gabi ataca contra República Dominicana — Foto: FIVB
Gabi ataca contra República Dominicana (Foto: FIVB)

O conhecido entrosamento de Gattaz com Macris funcionou também no bloqueio. As duas pularam juntas, cada uma tocou com um braço e fizeram ponto que abriu 4 a 2 para o Brasil no segundo set. A meio aproveitou bola de xeque para ampliar para 7 a 3. A seleção seguiu jogando bem e com bom volume de jogo. Em lindo trabalho do time, Garay recebeu na pipe, sem bloqueio, e colocou no chão para abrir 12 a 6. Com o placar dilatado e com o time jogando bem, Zé decidiu colocar Sheila e Roberta no jogo, na inversão 5-1. O time seguiu jogando solto e fechou a parcial com tranquilidade em 25 a 13.

O terceiro set teve o Brasil mais uma vez fazendo 4 a 2 logo no início. E essa vez em um lance para lá de inusitado. Gattaz atacou, a bola bateu no bloqueio e voltou. Macris salvou com a cabeça, Gattaz levantou com o pé e Garay sentou a mão para fazer o o ponto. Macris, que estava muito bem no bloqueio, fez mais um no fundamento para abrir 8 a 4. Macris deixou Tandara sem bloqueio e a oposta fez 15 a 9. Em dois bloqueios de Jinery em Mayany, a República Dominicana ensaiou uma reação e apertou para 16 a 13. Mas a seleção não se abateu, seguiu jogando bem e voltou a abrir em ataque de Tandara para fazer 20 a 14. A partir daí, foi só administrar até fechar em 25 a 17, em ataque de Sheilla.

Fonte: G1 – Foto: FIVB

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