Suplementação de vitamina D melhora marcadores inflamatórios em mulheres no período pós-menopausa, aponta estudo feito em Botucatu

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Docentes da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB) realizaram um estudo onde avaliaram que a suplementação isolada de vitamina D melhora os marcadores inflamatórios em mulheres no período pós-menopausa.

A pesquisa avaliou por cerca de um ano, 160 mulheres entre 50 e 65 anos, pacientes do Ambulatório de Climatério e Menopausa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB).A ginecologista do HCFMB, Dra. Flávia Neves Bueloni Dias comenta o estudo.

“A deficiência de vitamina D não provoca sintomas, apesar de prejudicar o organismo. Na pós-menopausa, por exemplo, a falta de vitamina D causa perda óssea. A suplementação oral de vitamina D nesse período favorece a absorção de cálcio, fortalecendo os ossos e prevenindo algumas doenças, como osteoporose.

Atualmente, os benefícios extra-ósseos são estudados, com evidências na prevenção de problemas cardíacos, diabetes e hipertensão”, explica.A pesquisa, publicada internacionalmente, constatou que a vitamina D reduziu os níveis de marcadores inflamatórios nessas pacientes, já que interage bem com o sistema imunológico, regulando o nível de citocinas, a atividade e a diferenciação das célular imunes.

A vitamina D é produzida pelo organismo quando os raios ultravioletas B (UVB) incidem sobre a pele. Quando a substância é absorvida pela corrente sanguínea, passando pelo fígado e rim, ela é transformada no calcitriol, um poderoso hormônio que aumenta a absorção de cálcio pela via intestinal.

Dra. Flávia Neves Bueloni Dias e Dra. Eliana Petri Nahas

A falta de vitamina D no organismo pode ser combatida por meio de uma medida simples: tomar sol. “O ideal é se expor ao sol, sem filtro solar, por apenas 10 minutos por dia”, afirma Dra Flávia. O estudo foi realizado pela Dra. Flávia Neves Bueloni Dias, Dr. Claudio Lera Orsatti, Dra. Luciana Mendes Cangussu, Dra. Priscila Ferreira Poloni, Dr. Daniel Spadoto Dias e  Dr. Jorge Nahas-Neto, sob a supervisão da Dra. Eliana Petri Nahas. 

Fonte: Comunicação

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