Com prisão em Botucatu, operação ataca facção criminosa

AdSense Postagem 01

Postagem Única 01 Mobile

Em operação voltada ao enfrentamento de uma facção criminosa que atua em todo o País, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado de São Paulo, em conjunto com a Polícia Militar de Bauru, Jaú e Botucatu, prendeu 13 pessoas na região. Três ainda são procurados, sendo um em Bauru, um em Jaú e outro em Lins.

Ao todo, 16 pessoas foram identificadas pelo Gaeco como participantes da facção criminosa, após investigação, que ocorre desde março. A maioria das prisões foi efetuada ao longo deste período.

Do total de acusados, cinco são moradores de Bauru, sendo que quatro deles foram presos. As buscas envolveram bairros como o Mary Dota, Vila Carolina e Parque Bauru.

Outros seis identificados são de Jaú, sendo que cinco foram capturados e um ainda segue procurado. Outra cidade em que as buscas continuam é Lins, que teve duas pessoas identificadas como membros da facção, mas uma segue foragida. Os bairros onde as demais diligências ocorreram não foram divulgados.

MAIS PRISÕES

Outras cidades que contaram com prisões do Gaeco foram Botucatu, Ourinhos e Conchas, cada uma com um preso.

Os acusados foram apresentados nos plantões da Polícia Civil em Bauru, Jaú, Botucatu, Lins e Ourinhos. Na denúncia oferecida pelo Ministério Público à 4.ª Vara Criminal de Bauru, consta que essas 16 pessoas exerciam as mais variadas funções dentro da facção. Elas tiveram a prisão preventiva decretada e devem responder pelo crime de participação em organização criminosa.

As prisões nesta quarta-feira (11) resultaram de diligências em Bauru, Botucatu e Conchas. As outras já haviam sido efetuadas ao longo da operação, desde março.

DUAS LIDERANÇAS

De acordo com o Gaeco, dos 16 acusados, dois possuíam nível superior na hierarquia do crime seguida pela facção: um homem que foi preso em Jaú e o que segue foragido em Lins. As apurações levam em consideração interceptações telefônicas.

Segundo a unidade especializada do Ministério Público, o bando realizava espécies de conferências e conversava sobre assuntos da facção, como questões ligadas à gerência, operações criminosas em determinados locais, procedimentos de batismo de novos integrantes, entre outros temas.

Nas buscas pelos acusados, houve a apreensão de aparelhos celulares e também de diversas anotações que seriam relacionadas à facção.

Fonte: Jcnet

Postagem Única 02 Mobile

Anunciantes