Botucatu: Nova subdivisão do Plano SP pode separar cidades da região de Botucatu e Avaré do DRS 6 – Bauru. Botucatu pode voltar para a Fase Amarela

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De acordo com informações de pessoas ligadas ao Comitê Coronavírus do Governo de São Paulo e da Central Coronavírus de Botucatu, nesta sexta-feira, 17, ou, na sexta-feira, 24, (quando completa duas semanas da última avalição) o Governador João Doria deverá fazer uma nova subdivisão do Plano SP.

O Departamento Regional de Saúde DRS 6 – Bauru poderá ter um divisão para a avaliação da situação da Covid-19 na região e Botucatu seria separada, junto das cidades que compõe o Polo Cuesta e, provavelmente, do Polo Jurumirim.

Segundo essas informações, a “nova região” Polo Cuesta / Polo Jurumim deverá ser reclassificada na Fase Amarela do Plano SP.

Deverão integrar a “Região” Polo Cuesta / Polo Jurumirim as cidades:

Polo Cuesta

  • Anhembi
  •  Areiopólis
  •  Avaré
  •  Bofete
  •  Botucatu
  •  Itatinga
  •  Paranapanema
  •  Pardinho
  •  Pratânia
  •  São Manuel

Polo Jurumirm

  • Piraju
  • Cerqueira César
  • Arandu
  • Itaí
  • Taquarituba
  • Tejupá
  • Angatuba

A possibilidade da inclusão das 7 cidades do Polo Jurumirim, citadas acima, ainda estaria em discussão.

Além de permitir maior flexibilização no comércio e em serviços que já estão funcionando na Fase Laranja, a Fase Amarela prevê a reabertura, com regras e limitações, de bares, restaurantes e similares para consumo local, salões de beleza e academias de ginástica. Haverá restrições e protocolos de segurança.

Abaixo, veja os setores que já estão em funcionamento na Fase Laranja e que podem ter maior flexibilização, de acordo com a fase amarela:

  • shoppings centers, galerias e estabelecimentos congêneres, com capacidade limitada a 40%, horário reduzido de seis horas e adoção dos protocolos padrões e setoriais específicos;
  • comércio, com capacidade limitada a 40%, horário reduzido de seis horas e adoção dos protocolos padrões e setoriais específicos;
  • serviços, com capacidade limitada a 40%, horário reduzido de seis horas e adoção dos protocolos padrões e setoriais específicos.

Agora, veja os setores que podem ter reabertura gradual na fase amarela:

  • bares, restaurantes e similares para consumo local, com ocupação máxima de 40% da capacidade dos assentos, funcionamento máximo por seis horas diárias, até as 17h, em ambientes abertos ou ventilados, uso obrigatório de máscara e adoção de protocolos geral e específicos para o setor;
  • salões de beleza, com ocupação máxima de 40% da capacidade, funcionamento máximo por seis horas diárias, uso obrigatório de máscara e adoção de protocolos geral e específicos para o setor;
  • academias, com ocupação máxima de 30% da capacidade, funcionamento máximo por seis horas diárias, uso obrigatório de máscara e adoção de protocolos geral e específicos para o setor. No caso das academias, devem ocorrer apenas atividades individuais, com agendamento prévio para os clientes, os equipamentos devem ser limpos ao menos três vezes ao dia, e o uso dos chuveiros dos vestiários precisam ser suspensos, mantendo apenas banheiros abertos.

Em nota ao Jornal Leia Notícias, o Governo de São Paulo, através da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Desenvolvimento Regional, não confirmou oficialmente a alteração na avaliação do Plano SP:

O Secretário de Desenvolvimento Regional (SDR), Marco Vinholi, recebeu no dia 30, no Palácio dos Bandeirantes, o Prefeito de Botucatu, Mario Pardini Affonseca. Na ocasião, o Secretário ouviu a reivindicação do Prefeito e na posição de intermediador encaminhou o pleito para avaliação do Centro de Contingência do Coronavírus.  O recebimento do pleito não indica que o Estado acatará.

Vinholi reforça que o Plano São Paulo estabelece uma regra comum para todo o Estado no que tange a análise da evolução da pandemia e ocupação hospitalar, critérios que determinam o faseamento por região. O Plano SP utiliza a divisão por Departamento Regional de Saúde (DRS), para maior controle dos índices e monitoramento da doença em todo o território estadual. Ressalta ainda que as ações realizadas em um município impactam diretamente em um município vizinho e reforça que o Estado segue determinações técnicas e orientações da Saúde.

respondeu o Governo, em nota

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