Botucatu: Madame Butterfly estreia em Botucatu neste sábado (12) no Teatro Municipal

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O que pode acontecer quando a boa vontade e a paixão pela arte encontram os melhores caminhos para promover Cultura?

Botucatu receberá a Ópera Madame Butterfly.

E, pela primeira vez na história da cidade, será possível apreciar ao vivo uma das mais conhecidas óperas do repertório lírico italiano. Criada pelo compositor Giacomo Puccini, Madame Butterfly será encenada no Teatro Municipal, no dia 12 de outubro, em versão pocket: quatro cantores solistas, um pianista e um ator, encarregado de narrar a história ao público.

Um projeto nascido em Botucatu, a partir do despretensioso bate-papo entre um apaixonado por arte e cultura e o diretor do Santa Marcelina Cultura.

A ideia inicial era trazer uma versão da Alcina do Handel, após uma temporada no Teatro São Pedro. Diante da inviabilidade desse projeto, um encontro com o tenor Paulo Mandarino desenhou um espetáculo adequado aos grandes palcos: com produtores, músicos e cantores de destaque na cena lírica nacional e, ao mesmo tempo, que pudesse ser executado na cidade.

Ainda que seja no formato pocket ópera, a história será contada em sua integralidade, de maneira a apresentar ao público de Botucatu essa forma de arte tão especial. A ópera será cantada no seu idioma original, o italiano, com legendas em português.

O espetáculo não conta com nenhum programa de fomento público, nem financiamento de grandes empresas. É uma iniciativa pensada em Botucatu, para Botucatu, e tem a intenção de ser o primeiro de uma série de eventos ligados ao canto lírico na cidade.

Botucatu e a ópera: Nos anos 90, os botucatuenses tiveram a oportunidade de assistir a uma montagem da ópera Bodas de Fígaro, com cantores do Coral Municipal e a mezzo-soprano Eloisa Baldin, do Teatro Municipal de São Paulo, em uma única récita. Depois disso, houve duas apresentações do programa ópera curta da Secretaria Estadual de Cultura, com apresentações profissionais em versões mais didáticas da obra original.

Segundo o site da Secretaria de Cultura:

“A Ópera Curta possui uma dramaturgia própria, que inclui partes consideradas imprescindíveis das óperas convencionais, além da criação de novos personagens, que possam contar a história base do espetáculo original. Com isso, a aproximação com o público leigo é suave e sem sustos.”

Fonte: Assessoria

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