Botucatu: Gigante adormecido e uma natureza que é um espetáculo

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A lua vai se despedindo cheia de brilho e quem chega, aos poucos, deixa tudo ainda mais bonito, clareando uma região com muitos motivos para o visitante contemplar.

Nosso passeio atravessa estradas de terra de três municípios: Botucatu, Pardinho e Bofete (SP). É um pedacinho do Polo Cuesta, região do Centro-Oeste de São Paulo de relevo bem típico, cheio de colinas e pequenos montes.

A estrada é com muitas curvas. No caminho, uma vegetação bem verde e várias áreas de pastagem. E o gado é uma das principais atividades econômicas de quem mora no local. As criações são vistas em diferentes pontos da nossa viagem.

Em algumas propriedades, encontramos outras vocações. O restaurante de Neusa Maria de Oliveira Moisés fica em uma área de grande beleza. Da cozinha, ela tem o privilégio de admirar um cenário trabalhado caprichosamente pela natureza.

Um personagem muito conhecido na região é o gigante adormecido, um conjunto de formações rochosas que pode ser visto de muito longe. Ele tem cerca de oito quilômetros de comprimento e cumpre um papel importante para fortalecer o turismo rural.

Hélia Caparroz Costa tem um sítio que é um dos melhores pontos para observar o gigante adormecido. É onde ela escolheu viver depois de sair da capital paulista.

Ela e o marido não tinham os pés na roça, mas aos poucos foram se apaixonando pela vida rural. A criação de galinhas, com a produção de ovos, é hoje uma importante fonte de renda. A colheita é feita durante boa parte do dia. No total, as aves botam diariamente cerca de 100 ovos.

Júlio César Prato e o pai dele, Dorival Prado, de 68 anos, criam gado. Pai e filho tocam a boiada a cavalo em uma paisagem que parece de cinema. A família tem a propriedade desde a década de 1970.

A plantação de mangas foi uma das primeiras atividades econômicas. Hoje, a maior parte das mil árvores continua no local. Depois teve o café, substituído pela criação de gado.

Os animais ficam ao lado de uma das principais atrações turísticas da região: as famosas Três Pedras. Dorival diz que se sente feliz de trabalhar no lugar e esse prazer tem o testemunho e a companhia do filho. Júlio fala que o clima do lugar garante uma energia especial.

Se a pecuária é o principal ganha-pão da família, o turismo rural pode ter um papel mais destacado no futuro. A área já é usada para camping e a intenção é atrair cada vez mais visitantes.

As três pedras são o convite para os turistas. São bonitas e, no conjunto do gigante adormecido, formam um dos pés da estrutura. São mais ou menos 90 metros de altura.

Na vida rural do Polo Cuesta tem muito trabalho e uma natureza que é cheia de encantos.

Fonte: G1

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