Botucatu: Empresário João Mathias aguarda decisão da Justiça para Prisão Domiciliar

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O empresário João Mathias, 67 anos, de Botucatu, condenado, em 2017, a 37 anos de prisão por duplo homicídio qualificado, após matar Sueli Pereira e Ademir Matias, no dia 07 de dezembro de 2014, em uma festa religiosa do bairro rural Guarantã, está aguardando decisão judicial para deixar o presídio e ser transferido para prisão domiciliar.

O Jornal Leia Notícias conversou com os advogados do empresário, Drª Rita de Cássia Barbuio e Dr. José Roberto Pereira, que defendem o réu desde a época dos fatos, informaram que realmente ingressaram em juízo buscando obter a prisão domiciliar.

João Mathias cumpre pena em regime fechado na Penitenciária Dr. Paulo Luciano de Campos, em Avaré, desde 2014.

Os advogados, em nota, explicaram sobre o pedido de Prisão Domiciliar.

“Está fundamentado nas decisões do Conselho Nacional de Justiça, que tem orientado os tribunais e juízes a adotarem regras especiais para diminuir o contagio pelo coronavirus nos presídios.

Os juízes estão sendo chamados a avaliar a possibilidade da revogação de prisões, cujos detentos se enquadrem no grupo de risco do coronavirus.

A decisão do CNJ é expressa ao sugerir a concessão de saída antecipada dos presos, em regime fechado e semiaberto, especialmente para o grupo considerado especial, ou seja, mães, idosos, adoentados e pessoas do grupo de risco.

João Mathias se enquadra, especialmente, pelo fato de já estar com mais de 70 anos, integrando grupo de risco da pandemia.

O pedido foi negado em primeira instância e agravamos da decisão, estamos aguardando agora uma decisão em segunda instância”

explicaram os advogados, através de nota

No pedido formulado em defesa de João Mathias, que o Jornal Leia Notícias teve acesso, os advogados Drª Rita de Cássia e Dr. José Roberto citaram a prisão domiciliar concedida a vários condenados, entre eles o ex-Diretor do DERSA, Paulo Vieira de Souza (Paulo Preto), da Operação Lava-jato, ao empresário Marcos Valério, de 59 anos, condenado no Mensalão, e ao “médium” João de Deus, condenado há mais de 40 anos de prisão, por crimes de violação sexual e que se encontra em prisão domiciliar.

Leia Notícias – Foto Flávio Fogueral

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