Botucatu: Comerciantes rejeitam “Calçadão” na Rua Amando para reabertura do comércio

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Uma das alternativas vislumbrada pela Prefeitura de Botucatu para dinamizar o atendimento e garantir distanciamento entre os consumidores nesta nova etapa da retomada do atendimento das lojas, a implantação de um “calçadão” provisório na Rua Amando de Barros, foi rejeitada pelos comerciantes e empresários.

Uma pesquisa realizada pelo Sindicato do Comércio Varejista (Sincomércio) e pelo Sindicato dos Empregados no Comércio Varejista de Botucatu (Sincomerciários), mensurou a opinião de 86 empresários instalados no principal corredor comercial e empresarial botucatuense.

Desse total, 53 votos foram pelo não fechamento da Rua Amando no período de 1º a 12 de junho. Já 33 comerciantes e empresários manifestaram-se favoráveis à implantação do “calçadão” provisório. Com isso, o tráfego e estacionamento de veículos estará liberado na Rua Amando de Barros.

A possibilidade foi aventada em reunião entre Poder Público com comerciantes durante reunião realizada na quarta-feira, 27 de maio, onde foram apresentadas as medidas de reabertura. Uma das ideias era transformar a Amando de Barros, nos trechos entre a  Rua Prefeito Tonico de Barros com a Rua Djalma Dutra. O intuito era dispersar filas e evitar aglomerações.

A decisão dos comerciantes é contrária a vontade de parte da população, que se manifestou através de uma enquete realizada pelo Jornal Leia Notícias. Em 24 horas, foram mais de 7,1 mil votos. Os leitores do Jornal Leia Notícias foram questionados: “A Prefeitura de Botucatu sugeriu que a Rua Amando de Barros se torne um CALÇADÃO durante a Pandemia da Covid-19, sem permitir a circulação de veículos enquanto o comércio estiver aberto, com a nova flexibilização do Isolamento Social. Você concorda que a Rua Amando tenha o trânsito de veículos interrompido neste período?”

Ao final da enquete, foram mais de 5,6 mil votos no Sim. E cerca de 1,4 mil no Não. Desta forma, 80% dos votantes concordam em transformar a Rua Amando de Barros em um “calçadão” durante o período da pandemia. A enquete teve cerca de 30 mil pessoas alcançadas, centenas de interações, comentários e compartilhamentos.

Notícias Botucatu – com Jornal Leia Notícias

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