Botucatu: Organizadores de evento cobram resposta após Secretário de Centro de Covid falar em proibição de festas. Prefeitura diz que “em Botucatu não muda nada”

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Um grupo de pessoas que trabalham com realização de eventos em Botucatu entrou em contato com a reportagem do Jornal Leia Notícias em busca de mais informações sobre a situação do eventos na cidade, após o Secretário Executivo do Centro de Contingência do Covid no Estado de SP, João Gabbardo, informar que ocorrerão mudanças.

Em entrevista à CNN, neste dia 12, a quinta fase do plano de retomada das atividades em São Paulo foi suspensa pelo Centro de Contingência do Coronavírus, braço técnico do Governo de São Paulo para decisões sobre a Covid-19.

Segundo o Secretário Executivo, Isso significa que nenhuma das 645 cidades do estado de São Paulo terá autorização até segunda ordem pra qualquer tipo de evento com aglomerações. Isso inclui desde velórios com mais de 10 pessoas a festas de casamento, passando por shows, festas de aniversário, baladas e encontros familiares com reunião de pessoas.

A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Botucatu solicitando uma resposta de como ficará a Cidade em relação a esse assunto.

Foi questionado se será mantido em Botucatu o Decreto Municipal, que foi acordado com a classe, permitindo a realização de eventos, com 40% de ocupação, seguindo todos os protocolos de segurança, ou se Botucatu irá voltar atrás e seguir as orientações do Estado, divulgadas pelo Secretário Executivo do Centro de Contingência do Covid no Estado de SP, João Gabbardo.

Em nota, a Prefeitura respondeu desta forma: “Em Botucatu não muda nada, com exceção do início das aulas para o início do ano letivo de 2021”.

Como está no momento?

No dia 16 de outubro, a Prefeitura de Botucatu, após pressão dos organizadores de eventos, divulgou o Decreto nº 12.112, que dá condições de funcionamento aos cinemas, teatros, áreas de recreação, eventos, convenções e atividades culturais durante a pandemia da Covid-19, respeitando o limite de 40% de ocupação, todos sentados e seguindo os protocolos de segurança de saúde. Essa área ficou parada há mais de seis meses e teme que o município siga as determinações estaduais.

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