19 de junho, 2024

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Botucatu: Mais de 360 gambás foram resgatados de residências na Cidade, no ano passado

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A Vigilância em Saúde Ambiental (VAS) de Botucatu atendeu 418 solicitações de resgate de mamíferos de pequeno porte, como gambas, ouriços, cuícas, entre outros.

Desse total, 369 foram, exclusivamente, de gambás que são animais silvestres muito bem adaptados nas áreas urbanas, pois encontram alimento (ração animal, restos de comida, frutos, entre outros) e abrigo (forro das edificações, porões, materiais empilhados, entre outros).

São animais de hábitos noturnos e, durante a busca por alimentos, podem se colocar em situação de risco, sendo necessário promover o resgate seguro destes marsupiais. Os gambás também são predadores de serpentes peçonhentas e de escorpiões.

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Animais silvestres em áreas urbanas

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Nos dias atuais, as cidades se transformaram em redutos ecológicos importantes para muitas espécies da fauna nativa, pois encontram nas áreas urbanas as condições necessárias para sua sobrevivência com padrões similares aos ambientes que não sofreram alterações humanas. Com a fauna silvestre cada vez mais frequente no ambiente urbano, o contato com as pessoas tem se tornado cada vez mais estreito, onde podemos identificar benefícios e situações de conflito. Devemos destacar que a presença de animais silvestres nas cidades é um evento natural e também esperado, pois de forma gradativa vão se adaptando ao ambiente modificado pelo homem, sendo tecnicamente inviável e desaconselhável a tentativa de exclusão das espécies nativas desse território.

Estes animais são protegidos por lei e sua caça ou mesmo morte em residências são considerados crimes ambientais.

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