Botucatu: Julgamento de caso de assassinato é anulado 18 meses após sentença

No último dia 8 de setembro o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo anulou um julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Botucatu, no dia 28 de março de 2019.

Na ocasião, três réus foram julgados pela morte de Adriana Fatima Garcia, de 44 anos, em maio de 2015, no Parque Marajoara. A vítima teria sido morta por “atrapalhar a venda de entorpecentes no local.

No momento do crime, um dos participantes era menor de idade.

Na defesa dos réus atuaram os advogados Rita de Cássia Barbuio, José Roberto Pereira e Roberto Bicudo.

Os defensores recorreram da decisão alegando defeito na quesitação formulada aos jurados e, ainda, que o representante do Ministério Público exibiu documento, em plenário de julgamento, sem que o mesmo tivesse sido juntado antes da sessão, o que é vedado por lei.

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo acatou integralmente o recurso e, por votação unânime, anulou o julgamento determinou que um outro seja realizado.

Em nota, os advogados criminalistas Rita de Cássia Barbuio e José Roberto Pereira, afirmaram o TJ fez justiça já que, reconhecidamente, o julgamento realizado em Botucatu apontou várias irregularidades formais.

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