Botucatu: HC não tem nenhum paciente internado na Infectologia com Covid, nesta segunda-feira

O médico infectologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu, Dr. Alexandre Naime Barbosa, referência nacional no combate da Covid-19, deu mais uma boa notícia direto do HC.

De acordo com ele, nesta segunda-feira, 06, não há nenhum pacientes com Covid-19 internado na Infectologia da Unesp. No domingo, 05, havia um paciente, mas nesta segunda-feira não há mais ninguém com Covid na Infectologia.

“A imagem fala por si, nosso clássico quadro de pacientes da Infectologia UNESP, que hoje no plantão de segundona de feriado está zerado de pacientes Covid. Há alguns meses os pacientes eram tantos, que não cabiam nas linhas e, por isso, dividimos o quadro com as colunas amarelas para dobrar a capacidade, situação que só foi vencida com a vacinação da população finalmente em níveis satisfatórios”, comemorou em sua rede social.

Em outras enfermarias do HC, há outros pacientes com Covid internados, realizando tratamento. Na sexta-feira, 03, a assessoria do HC divulgou que 43 pessoas estavam internadas com Covid. Eram 34 em UTI e 9 em enfermaria. O Hospital não divulga mais diariamente os boletins sobre a situação da doença.

“Porém a Pandemia não acabou, o vírus SARS-COV-2 continua circulando com toda a velocidade na sua versão delta, mais contagioso, e por isso vamos manter as regras de prevenção ao retomar as atividades da nossa rotina. Estar vacinado significa então reduzir imensamente (90-95%, ou cerca de 20x) a chance de hospitalização ou óbito por COVID, e somente a combinação de todas as medidas de prevenção num pacote de proteção (máscaras, distanciamento social, higiene das mãos e imunizantes) pode otimizar a segurança de todos”, completou Dr. Alexandre Naime Barbosa.

Botucatu já vacinou com duas doses toda a sua população adulta e iniciou a vacinação para adolescentes, de 13 a 17 anos. A Cidade participa de um projeto de vacinação em massa para avaliar a efetividade da vacina contra a covid-19. O estudo está sendo conduzido pelo Ministério da Saúde e a Prefeitura de Botucatu, junto com a Universidade de Oxford, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Universidade Estadual Paulista (Unesp), o laboratório AstraZeneca, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Fundação Bill e Melinda Gates.

Jornal Leia Notícias

Scroll Up