Botucatu: Grupo protesta contra o lockdown e pede maior flexibilização do comércio

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Um grupo de empresários dos setores de comércio e serviços protestou na tarde desta sexta-feira, 26 de março, contra o lockdown instituído em Botucatu.

A manifestação ocorreu em frente a Prefeitura Municipal, sendo que os mais de 20 manifestantes estenderam faixas, cartazes e teceram críticas ao prefeito Mario Pardini e ao governador João Dória, ambos do PSDB.

O pedido principal era que as atividades econômicas pudessem funcionar respeitando as normas sanitárias vigentes pelo Plano São Paulo de combate a Covid-19. No entanto, o governo estadual prolongou a Fase Emergencial, determinando a proibição de atendimento no local para diversos setores.

“Sabemos que o vírus é uma realidade. O decreto nos moldes atuais é exagerado. Tem que ser feita alguma coisa para conter a pandemia, mas não penalizar os comerciantes”, frisou Lucas Sumodjo, participante da manifestação.

No decreto municipal toda e qualquer atividade que não seja considerada emergencial (farmácias, postos de combustíveis e hospitais) não podem funcionar. Restaurantes, lanchonetes e outros do ramo alimentício, somente por entrega em domicílio. As medidas valem a partir das 20 horas de hoje e de estenderão até às 6 horas de segunda-feira, 29 de março.

Haverá fiscalização por parte do Poder Público quanto a possíveis descumprimento por parte de estabelecimentos comerciais e de serviços, além do monitoramento sobre possíveis aglomerações.

Vereador que defende “tratamento precoce” participa do ato

Apenas um vereador de Botucatu participou do ato desta sexta-feira. Abelardo (Republicanos), recentemente apresentou um requerimento, ao lado do vereador Sargento Laudo (PSDB) para que sejam feitos estudos, por parte do Conselho Municipal de Saúde, para que seja avaliada a viabilidade de se implantar o tratamento precoce na rede de saúde. Nisso, estaria permitido o uso de medicamentos como a Cloroquina, azitromicina e a ivermectina em pacientes com Covid-19.

A medida, que gerou polêmica durante a sessão de vereadores, foi aprovada pela Câmara de Botucatu. Diversas entidades médicas em âmbito nacional e internacional repudiam o uso de tais medicamentos, frisando que mão existe tratamento precoce contra o novo coronavirus.

Abelardo também apresentou projeto de lei onde pretende classificar o comércio como atividade essencial.

Fonte: Notícias Botucatu

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