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Levantamento aponta que município criou 1.439 vagas em 12 meses e aparece entre os 30 maiores saldos de emprego do estado
Botucatu aparece entre as cidades do estado de São Paulo que mais criaram empregos com carteira assinada nos últimos 12 meses. De acordo com levantamento da Fundação Seade, com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o município registrou saldo positivo de 1.439 vagas formais entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026.
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Com esse resultado, Botucatu ocupa a 30ª posição entre as 100 cidades paulistas que mais geraram empregos no período, em um ranking liderado pela capital paulista, que criou 97.391 vagas com carteira assinada.
O levantamento mostra que o estado de São Paulo criou 286.743 novos empregos formais em 12 meses, resultado 2% superior ao registrado no mesmo período anterior. O desempenho fez com que o estado concentrasse 24% de todas as vagas criadas no Brasil, que somaram 1.228.483 no mesmo intervalo.
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Entre as cidades do interior com melhor desempenho estão municípios como Matão, Ribeirão Preto, Jundiaí, Campinas, Tatuí e Bauru. Botucatu também aparece à frente de diversas cidades da região e do interior paulista.
No recorte mais recente, apenas no mês de janeiro de 2026, Botucatu registrou saldo positivo de 162 vagas com carteira assinada, aparecendo novamente na lista das 100 cidades com maior geração de empregos no estado.
Segundo os dados do levantamento, os setores que mais contribuíram para a criação de vagas em janeiro no estado de São Paulo foram Indústria, Construção e Serviços, responsáveis pela maior parte das contratações formais.
Além do crescimento na geração de empregos, o estado também registrou aumento no salário médio de admissão. Em janeiro, o valor médio pago no momento da contratação chegou a R$ 2.702,76, o maior desde 2020, quando o Novo Caged passou a consolidar os dados do mercado formal de trabalho no país.
O salário médio de admissão em São Paulo também foi o maior do Brasil no período, superando os valores registrados no Distrito Federal, Mato Grosso e Rio de Janeiro.
Os dados analisados consideram apenas trabalhadores com carteira assinada, cujas contratações são informadas pelas empresas ao governo federal e monitoradas mensalmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego.