Botucatu: Caio se pronuncia sobre a demissão de 270 trabalhadores. “A situação do mercado de ônibus não evoluiu como esperado”

O Grupo Caio se pronunciou no início da tarde desta terça-feira, 21, sobre a demissão em massa que ocorreu hoje na fábrica em Botucatu, com a demissão de 270 funcionários.

A informação foi confirmada à reportagem pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Botucatu e Região, Cláudio Beiço. De acordo com ele, foram demitidos 270 trabalhadores. Deste total, 130 pediram demissão de forma voluntária.

De acordo com o Grupo Caio, “a situação do mercado de ônibus não evoluiu como esperado, devido às incertezas políticas e econômicas, também agravadas pela pandemia. Essa instabilidade impacta toda a cadeia produtiva.”.

A Caio ainda destacou que “infelizmente foi necessário o desligamento de alguns colaboradores do Grupo para reduzir a defasagem entre a quantidade de pedidos e produtos programados para a produção. É necessário frisar que foram priorizados, o máximo possível, os aposentados e aqueles que gostariam de ser desligados por motivos pessoais”.

Abaixo a íntegra da nota do Grupo Caio:



GRUPO CAIO – SITUAÇÃO DE MERCADO E PRODUÇÃO

O Grupo Caio vem divulgando durante este ano, em suas comunicações internas e para a comunidade, que a situação do mercado de ônibus não evoluiu como esperado, devido às incertezas políticas e econômicas, também agravadas pela pandemia. Essa instabilidade impacta toda a cadeia produtiva.

Fatores externos que influenciaram: a maior parte das frotas de ônibus do país não está trabalhando com sua capacidade máxima; o número de passageiros diminuiu devido à pandemia (necessidade de distanciamento), muitas empresas adotaram o home office (trabalhar em casa), entre outros.

O Grupo Caio analisou as melhores soluções a serem adotadas para reduzir o impacto dessa crise, mantendo a saúde das empresas e o máximo de empregos possível.

Informamos que infelizmente foi necessário o desligamento de alguns colaboradores do Grupo para reduzir a defasagem entre a quantidade de pedidos e produtos programados para a produção.

É necessário frisar que foram priorizados, o máximo possível, os aposentados e aqueles que gostariam de ser desligados por motivos pessoais.

O Grupo Caio está em fase de definição de outras medidas para amenizar ainda mais este período de baixa produção, como Acordo Coletivo, lay-off (Lei 476A  da CLT- Bolsa Qualificação) e férias.

Os colaboradores, a imprensa e a comunidade serão informadas sobre novas decisões por meio dos canais oficiais de comunicação das empresas.

O Grupo Caio mais uma vez ressalta que todas as decisões, presentes e futuras, têm como prioridade fazer o melhor para todos.

A força da nossa marca é a força da nossa gente!

Assessoria de Imprensa Grupo Caio

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