05 de julho, 2026

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Ar seco e queda de temperatura no outono elevam riscos à saúde; veja quais são as doenças mais comuns e seus sintomas

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Com a chegada da nova estação, aumento de doenças respiratórias, alergias e problemas causados pelo tempo seco exige atenção redobrada com a saúde em diversas regiões do país

A chegada do outono marca uma mudança importante nas condições climáticas em diversas regiões do país, com queda nas temperaturas, redução da umidade do ar e aumento da circulação de vírus respiratórios. Esse cenário favorece o surgimento e a intensificação de doenças típicas da estação, exigindo maior atenção com a saúde.

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Com o tempo mais seco e frio, o organismo tende a ficar mais vulnerável, principalmente em ambientes fechados e com pouca ventilação, o que contribui para a propagação de vírus e o agravamento de quadros respiratórios.

Entre as doenças mais comuns no outono estão a gripe, o resfriado, a rinite alérgica, a sinusite e as crises de asma. A gripe costuma apresentar sintomas como febre, dores no corpo, cansaço e tosse. Já o resfriado é mais leve, com coriza, espirros e dor de garganta.

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A rinite alérgica e a sinusite também se intensificam neste período devido ao aumento de poeira, ácaros e poluentes no ar seco. Nesses casos, os sintomas incluem nariz entupido, secreção nasal, dor facial e espirros frequentes.

As crises de asma podem se tornar mais frequentes e intensas, principalmente em pessoas que já possuem o diagnóstico. Falta de ar, chiado no peito e sensação de aperto são sinais que exigem atenção.

Outro impacto comum do outono é o ressecamento das vias respiratórias, dos olhos e da pele. A baixa umidade do ar pode causar irritação na garganta, sangramentos nasais e desconforto ocular, além de favorecer a entrada de agentes infecciosos no organismo.

Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas estão entre os grupos mais vulneráveis e devem redobrar os cuidados durante a estação.

Para reduzir os riscos, especialistas recomendam manter a hidratação ao longo do dia, evitar ambientes fechados e sem ventilação, higienizar as mãos com frequência e manter a vacinação contra a gripe em dia. O uso de umidificadores ou recipientes com água nos ambientes também pode ajudar a amenizar os efeitos do ar seco.

É importante ficar atento aos sinais de alerta, como febre persistente, dificuldade para respirar, tosse intensa e agravamento de sintomas alérgicos. Nesses casos, a orientação é procurar atendimento médico para avaliação adequada.

A adoção de hábitos simples no dia a dia pode fazer a diferença para atravessar o outono com mais saúde e bem-estar, reduzindo o risco de complicações comuns nesta época do ano.

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