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Ação preventiva ocorre em bairros da cidade ao longo da semana e integra estratégias de controle do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
A Vigilância Ambiental em Saúde (VAS) de Botucatu divulgou a programação semanal de aplicação de larvicida biológico com equipamento veicular como parte das ações permanentes de prevenção e controle do mosquito Aedes aegypti. A iniciativa tem como objetivo atingir possíveis criadouros existentes nos imóveis, impedindo o desenvolvimento do inseto ainda na fase larvária.
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De acordo com a Vigilância, o larvicida utilizado é considerado seguro, não oferecendo riscos à população, aos animais domésticos nem ao meio ambiente. O órgão reforça, no entanto, que a aplicação não substitui as medidas individuais de prevenção, sendo indispensável que moradores continuem eliminando recipientes que possam acumular água parada e limpa.
As aplicações ocorrem, em regra, a partir das 17h30, com exceção de um trecho específico que será atendido no período da manhã. Em caso de chuva ou ventos fortes, a atividade será reagendada.
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Confira a programação divulgada pela Vigilância Ambiental em Saúde:
Na segunda-feira (12), a partir das 17h30, os trabalhos foram realizados nos bairros Jardim Dona Marta e Jardim América, no distrito de Rubião Júnior.
Na terça-feira (13), também a partir das 17h30, a aplicação ocorreu na Vila Formosa e na Vila Nossa Senhora das Graças, igualmente no distrito de Rubião Júnior.
Nesta quarta-feira (14), a partir das 17h30, o serviço está programado para a COHAB I.
Na quinta-feira (15), no mesmo horário, a ação será realizada na COHAB I e na COHAB III, na região do SESI.
Na sexta-feira (16), haverá duas etapas. A primeira ocorre excepcionalmente às 6h, no Jardim Paraíso, no trecho entre a Avenida Professor Raphael Laurindo e a Rua Dr. José Barbosa de Barros. A segunda está prevista para a partir das 17h30, nos bairros Jardim Santa Mônica e Parque Residencial 24 de Maio.
A Vigilância Ambiental em Saúde destaca que o combate ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada e depende da colaboração contínua da população, mesmo durante as ações de controle químico e biológico promovidas pelo poder público.