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Segundo a mãe, o adolescente já teria sido alvo de bullying e foi encontrado desacordado no banheiro da unidade escolar.
Um aluno de 13 anos perdeu a consciência após ser agredido por outros estudantes dentro de Escola Estadual Sophia Gabriel de Oliveira, em Botucatu. A ocorrência foi registrada no dia 26 de junho e encaminhada para apuração das autoridades.
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Segundo o boletim de ocorrência, o estudante estava no corredor da escola quando teria sido agarrado pelo pescoço por um aluno do 8º ano. Em seguida, teria sido derrubado e atingido com socos e chutes.
Outros alunos encontraram a vítima caída no banheiro e acionaram a coordenação da escola. O adolescente recuperou a consciência após algum tempo, e a Guarda Civil Municipal foi chamada para atender à ocorrência.
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Durante a abordagem, o estudante apontado como autor teria afirmado que os envolvidos estavam apenas “brincando”. O caso foi registrado como lesão corporal.
À reportagem, a mãe do adolescente apresentou uma versão mais detalhada sobre o ocorrido. Segundo ela, o filho havia acabado de chegar à escola e seguia em direção à sala de aula quando esbarrou sem intenção em um colega que, conforme seu relato, já praticava bullying contra ele.
Ainda segundo a mãe, o adolescente teria sido imobilizado com um golpe conhecido como “mata-leão” e levado até o banheiro masculino, enquanto outros quatro estudantes teriam participado ou incentivado a agressão.
Ela afirmou que o filho foi atingido na região do pescoço, perdeu a consciência e permaneceu desacordado no banheiro até ser encontrado por outros alunos, que chamaram a coordenação.
“O coordenador disse que meu filho estava entre lágrimas e babando muito. Ele foi socorrido, a Guarda foi chamada e eu fiz o boletim de ocorrência”, relatou a mãe.
A Polícia Civil deverá analisar as circunstâncias do caso e a eventual participação de outros estudantes.
Situações como essa também reforçam a importância da orientação dentro de casa. Famílias e responsáveis têm papel essencial na educação de crianças e adolescentes sobre respeito, convivência, limites e consequências de atos de violência.
Comportamentos agressivos, intimidações e práticas de bullying não devem ser tratados como brincadeiras. O diálogo frequente entre responsáveis, alunos e escola pode ajudar a identificar conflitos antes que evoluam para situações mais graves.