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Segundo levantamento do Banco Central, o Pix consolidou-se como o principal meio de pagamento do país: no primeiro semestre de 2025, respondeu por 50,9% de todas as transações financeiras, somando quase 37 bilhões de operações. O desempenho reforça sua posição dominante na economia digital e evidencia a transformação estrutural do sistema de pagamentos brasileiro, em paralelo ao avanço do Open Finance, que amplia a interoperabilidade e fortalece a segurança regulatória.
Nesse contexto, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ressalta que a expansão do Open Finance e das soluções digitais, como o Pix Automático e a portabilidade de crédito, está transformando o mercado de pagamentos no Brasil. Com mais de 62 milhões de consentimentos registrados em janeiro de 2025 e investimentos superiores a R$ 2 bilhões, o sistema avança rapidamente. A tendência é que meios tradicionais, como o boleto bancário, percam protagonismo nos próximos anos, tornando-se cada vez mais restritos a nichos específicos.
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Pesquisas realizadas
Segundo o Banco Central, o Brasil consolidou sua posição de liderança global em inovação financeira, com o Pix registrando mais de 7 bilhões de transações mensais em 2025. O sistema já responde por mais da metade das operações de pagamento realizadas no país, confirmando sua relevância como principal meio de transferência e inclusão financeira.
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Em paralelo, o avanço do Open Finance projeta o mercado brasileiro como referência internacional em interoperabilidade, com bancos investindo em automação inteligente e observabilidade para sustentar novos modelos de negócio.
Impacto no B2B
Em continuidade, o Banco Central afirma que o Pix e o Open Finance estão remodelando o ambiente corporativo no Brasil. Nauro Freitas, CEO da MOOVpay, complementa, dizendo que ambos os sistemas de pagamentos instantâneos estão redefinindo o varejo e o B2B no país, trazendo ganhos que vão muito além da tecnologia.
"Para o varejo, tempo é dinheiro e conversão. Esperar dias pela compensação de um boleto para só então liberar o crédito ou o limite do cliente destrói a experiência de compra e mata a venda. Com o Pix, essa liberação é instantânea. O varejista recebe na hora, o consumidor compra sem fricção e o giro do estoque acelera. É o fim da burocracia financeira como barreira de consumo. O fim do boleto não é apenas uma mudança tecnológica, mas um marco cultural. O Pix e o Open Finance estão redefinindo o B2B, trazendo eficiência, transparência e velocidade inéditas para as empresas brasileiras", comenta o executivo.
O que vem a seguir
Segundo o CEO da MOOVpay, com o avanço do Pix Automático e a expansão do Open Finance, o próximo passo será a criação de ecossistemas financeiros inteligentes, capazes de integrar pagamentos, crédito e gestão de caixa em tempo real.
"Essa evolução posiciona o Brasil como referência global em inovação financeira, exportando tecnologia e know-how para outros mercados", finaliza o executivo.