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A logística farmacêutica segue entre os segmentos mais sensíveis do transporte e armazenagem no Brasil. Questões relacionadas à integridade térmica, rastreabilidade e controle operacional continuam entre os principais pontos de atenção para empresas do setor em 2026.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), normas como a RDC 430 reforçam exigências relacionadas ao transporte, armazenagem e monitoramento de medicamentos ao longo da cadeia logística.
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A KENKO, especializada em logística farmacêutica, avalia que a revisão contínua dos processos operacionais se tornou indispensável para garantir conformidade regulatória.
Para a Kenko, rastreabilidade e monitoramento contínuo ganharam papel estratégico. "O setor exige controle rigoroso das condições ambientais e visibilidade operacional constante para garantir segurança e conformidade regulatória", afirma.
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Segundo a empresa, auditorias, sensores inteligentes e análise de dados vêm ampliando a previsibilidade das operações farmacêuticas. "As exigências sanitárias estão mais rigorosas e demandam integração entre tecnologia, processos e gestão operacional", explica.
Dados da IQVIA Brasil apontam crescimento contínuo do mercado farmacêutico brasileiro, ampliando também a demanda por operações logísticas especializadas.