05 de julho, 2026

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Innospec e Unesco Iesalc firmam parceria para apoiar estudantes indígenas

Innospec e Unesco Iesalc firmam parceria para apoiar estudantes indígenas

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A Innospec, empresa global em especialidades químicas, anunciou a parceria com o Instituto Internacional de Educação Superior da UNESCO (IESALC) para lançar um programa educacional destinado a melhorar o acesso à educação STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) para estudantes indígenas no Brasil.

O principal resultado do projeto consistirá em um curso sobre desenvolvimento sustentável e STEM, co-projetado por estudantes e pesquisadores indígenas e não indígenas. Esse curso integrará o conhecimento e a ciência indígenas aplicados às práticas de sustentabilidade, com o objetivo de capacitar diversas vozes na educação STEM. A iniciativa oferecerá treinamento direto a 40 estudantes indígenas, com efeitos cascata que beneficiarão mais 200 indivíduos.

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De acordo com dados publicados de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), repercutido pelo portal g1, mais de 46.000 indígenas estavam matriculados no ensino superior, quase cinco vezes o número registrado em 2011. No entanto, apesar dessa melhoria significativa, as vozes indígenas permanecem sub-representadas no sistema educacional brasileiro.

Em colaboração com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em Belo Horizonte (MG), o programa busca atender aos objetivos expressos por estudantes indígenas durante a recente Conferência Regional de Educação Superior (CRES+5), que destacou a necessidade de um maior envolvimento na educação STEM. Esse objetivo está alinhado com o novo Pacto para o Futuro da ONU, que enfatiza a proteção e o aprimoramento do conhecimento indígena.

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Vali Jerome, presidente de Fuel Specialties da Innospec, afirmou: “Operamos no Brasil desde 2011 e hoje empregamos mais de 300 pessoas. Como um empregador focado em STEM, estamos satisfeitos que o número de estudantes universitários indígenas esteja aumentando. Estamos honrados em trabalhar ao lado da UNESCO para continuar a ampliar a educação, o treinamento e as oportunidades profissionais STEM para estudantes indígenas no Brasil”.

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