Cães clonados trabalham como seguranças de prisão na Sibéria

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Dois cães clonados estão sendo usados na segurança de um campo de trabalho forçado na Sibéria, na Rússia. Tom e Jack são da raça Pastor-belga Malinois e chegaram há cerca de um mês ao presídio de Yakutia, que abriga 720 detentos.

Os animais nasceram em 2015 na Coreia do Sul, no primeiro centro de clonagem de animais do mundo, os laboratórios Sooam Biotech, em Seul. Eles foram entregues às autoridades russas como um presente pelo cientista especialista em clonagem, Dr. Hwang Woo Suk, e foram clonados a partir dos “melhores cães farejadores” de seu país de origem, de acordo com o laboratório.

Segundo o jornal “Siberian Times”, o cientista sul coreano doou os cães, que valem US$ 100 mil cada, durante uma viagem ao país na qual buscava restos mortais de mamutes peludos preservados em solo congelado, parte de um projeto para tentar reviver a espécie pré-histórica.

Os treinadores admitem que Tom e Jack tiveram dificuldades no início do treinamento, especialmente devido ao frio da região, onde as temperaturas podem chegar a – 40ºC, e meias chegaram a ser providenciadas para os animais. Mas, depois de um período de adaptação, dizem que eles “superaram as expectativas” e hoje são capazes de farejar pessoas e objetos e seguir a trilha de supostos fugitivos.

Fonte: G1

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