Em livro, Button compara Hamilton a Senna

AdSense Postagem 01

Postagem Única 01 Mobile

Jenson Button cansou de correr na Fórmula 1. Campeão em 2009 com a Brawn GP, o inglês anunciou, em 2016, que faria um ano sabático, porém ao final da temporada resolveu se aposentar da categoria. Neste ano, ele substituiu Fernando Alonso no GP de Mônaco, quando o espanhol optou por correr as 500 Milhas de Indianápolis, mas não se mostrou muito empolgado em uma volta definitiva para o campeonato.

Em uma prévia de sua autobiografia, que será lançada no próximo dia 19, Button fala sobre temas polêmicos, como os companheiros de equipe que teve ao longo dos anos na Fórmula 1. Entre eles, é claro, Lewis Hamilton, tricampeão mundial e atual líder da temporada. A dupla foi parceira na McLaren, entre 2010 e 2012, e Jenson afirma que, apesar de não ter problemas com o compatriota, sentiu que o campeão de 2008 se irritou com sua chegada na escuderia.

& #8211; Pessoalmente, ele estava bem comigo, sem problema algum nessa altura do campeonato, mas você poderia simplesmente dizer que ele estava um pouco irritado. Essa ideia sobre (a McLaren) ser seu time? Estava correta. E, se você me perguntar, ele estava achando difícil lidar com o fato de que era nossa equipe agora.

Button e Hamilton se conheciam há muito tempo, antes de se encontrarem na Fórmula 1, sendo que o pai de Lewis chegou a comprar motores de kart do pai de Jenson. Enquanto estiveram juntos na McLaren, nenhum dos dois conseguiu conquistar um título, mas venceram algumas vezes no cockpit da escuderia britânica. O campeão de 2009 faturou oito GPs, enquanto o de 2008 venceu dez, e, apesar das diferenças, Button não esconde a admiração pelo rival.

– Ele amadureceu, se tornou um grande representante do esporte. De todos no grid, ele é o cara que realmente tem esse “algo a mais”.

Além de Hamilton, Button também teve o espanhol Fernando Alonso como companheiro na McLaren, entre 2015 e 2016. Em comparação ao compatriota, atual líder do campeonato e muito próximo do quarto título mundial, Jenson acredita que, em uma volta rápida, Lewis era quase imbatível na pista, porém, em ritmo de corrida o bicampeão das Astúrias era muito difícil de ser superado.

– Eu diria que, ao longo dos anos, Fernando foi um dos competidores mais difíceis que eu enfrentei, tanto como companheiro de equipe como rival em outras equipes. Lewis era incrivelmente rápido e podia tirar uma volta do bolso, assim, do nada: ele e Ayrton Senna eram os dois pilotos mais rápidos em uma volta, talvez em toda a história. Mas Fernando era o piloto mais completo. Eu saberia, mesmo que o superasse na classificação, que ele ainda seria difícil de vencer em uma corrida. Ele é legal do lado de fora (da pista), realmente afável e acessível, mas, por trás disso, ele é um concorrente muito, muito difícil, que fará qualquer coisa para vencê-lo.

Fonte: G1

Postagem Única 02 Mobile

Anunciantes