Artigo: Valores – uma busca incessante! – por Júnior Costa

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Nos dias de hoje é muito comum ouvir ou ler sobre “modernidade líquida ou sociedade moderna”. Vivemos num mundo cada vez mais egocêntrico, individualizado, rodeado por intempéries, que valoriza muito mais o TER do que o SER, tornando os valores um quanto esquecidos.

   Algumas famílias por “ex officio” deveriam sim, cumprir com seu papel e ter postura em face da coletividade, entretanto optam por motivos ínfimos ou até mesmo propositais, transferir para terceiros alguns deveres e obrigações, ou seja, criaram um esteriótipo, o qual a Escola, os amigos, os grupos o meio tem o “dever” de Educar (no sentido amplo da palavra). Nesse momento, cabe ao(a) Professor(a) o dever de tentar promover uma reflexão com os aprendizes sobre os valores humanos, que estão sendo abdicados por esta sociedade, especialmente os jovens. Todavia estes valores deveriam vir da célula Mater da sociedade, que é a família! É nela que constituímos nossa formação, caráter, é onde buscamos nossos valores, pois ela é o esteio, o espelho, o referencial para todas as pessoas.

    Os valores são adquiridos desde quando nascemos e com o passar do tempo, muitos outros valores vão sendo adquiridos e compartilhados com nosso semelhante. Honestidade é um valor humano esquecido pelas pessoas, diante disso, pode a Escola auxiliar nesta incumbência e determinar que ser honesto nos leva à retidão; Solidariedade é o valor que se manifesta no compromisso pelo qual as pessoas se obrigam umas às outras e cada uma delas a todas, com intuito de confortar, consolar e oferecer ajuda; Fé que pode ser denominada como força de vontade para lutar, cair e voltar a lutar novamente. A Fé em si mesmo é um dos grandes pilares na história de pessoas que alcançaram seus objetivos; Gratidão é um sentimento de reconhecimento, uma emoção por saber que uma pessoa fez uma boa ação, um auxílio, em favor de outra. Como sabemos existem muitos outros valores que a sociedade tanto preza, contudo podemos nos pautar nestes acima citados e conseguirmos colocá-los em prática, pois assim poderemos ter uma sociedade além de justa, um pouco mais fraterna, praticando a empatia em relação ao seu semelhante. Embora nos dias de hoje o tempo esteja se tornando um fator de luxo, ou seja, as 24h do dia ficaram poucas para tantos afazeres, porém independente de qualquer situação ou contratempo, nunca abandone os seus valores, procure cutucá-los, curti-los e  compartilhá-los, pois as redes mesmo que sociais podem ser utilizadas como ferramentas para propagar bons exemplos e valores, diante desta sociedade que por mais “concatenada” que seja, ainda tem como opção ser líquida, no entanto com gestos e atitudes concretas.

   Como dizia o cantor Renato Russo, na letra da música Pais e Filhos:

  “É preciso amar as pessoas, como se não houvesse o amanhã, porque se você parar pra pensar na verdade não há”.

  Para refletir: “Sem amor não poderíamos sobreviver. Os seres humanos são criaturas sociais, e sentir-se valorizado pelos outros é a própria base da vida em comunidade”. Dalai Lama..

Júnior Costa, Professor Especialista em Linguística e Língua Portuguesa.

 

Fonte: Jornal Leia Notícias

 

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