Artigo: Três lições de Vendas que a aprendi com a Banda Marcial do La Salle – Por Milene Bartolli

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No último 7 de Setembro ocorreu um evento histórico na cidade de Botucatu. Houve, pela primeira vez, o reencontro de ex-integrantes da Banda Marcial do Colégio em que estudei e tive a honra de participar desse momento por ser uma ex-integrante da mesma.

Além das histórias, encontros, ensaios, reencontros, consegui tirar algumas lições sobre vendas desse evento e que gostaria de compartilhar.

1- Todos vendemos o tempo todo: Historicamente, segundo Marcos Cobra, em seu livro Administração de Vendas, documentos relativos à história da Grécia Antiga revelam que a venda estava ali presente como atividade de troca, e que o termo vendedor já era utilizado. E que a profissão de vendedor como a conhecemos hoje, foi concebida no contexto da Revolução Industrial, na Inglaterra, da metade do século XVIII até a metade do século XIX. Antes desse período o comércio era realizado por mercadores, artesãos e outras pessoas que exerciam a atividade de vendas. Na fase da idade média, os primeiros vendedores “porta a porta” apareceram sob a forma de vendedores ambulantes. Coletavam produtos do campo e vendiam na cidade e, em contrapartida, os produtos manufaturados nas cidades eram por eles comercializados no campo.

Todos os dias ouço muita gente dizendo que não gosta de vender, ou que, quem vende um produto ou serviço tem que ter dom, ou até mesmo ter nascido para isso. Mas ao contrário disso, todos nós estamos vendendo algo o tempo todo, seja uma ideia, um produto, um serviço. E o que a Banda Marcial tem a ver com isso? Sim, esse fato tem muito a ver com vendas. Um pequeno grupo se reuniu e vendeu a ideia para os ex-integrantes, para o Colégio, para a cidade, mídia local e regional. A ideia de que esse encontro seria algo histórico, que seria um reencontro de gerações e que ali haviam histórias a serem contadas, emoções compartilhadas, mas principalmente, se esse grupo não tivesse explicado o PORQUE desse reencontro, talvez não teríamos conseguido reunir quase 300 pessoas. Como já dito em outro artigo deste Jornal: Qual o real valor do que você vende?

2- Mesmo você sendo muito bom, sempre é possível melhorar: Em menos de um mês, presenciei a dedicação de pessoas com ensaios, aquisição e conserto de instrumentos musicais, procurando as melhores notas, partituras, para achar o melhor tom, observei pessoas a quilômetros de distância se dedicando e ensaiando. Todos com um objetivo comum, que seria entregar à cidade uma das melhores apresentações desta Banda Marcial.

Por melhor profissional que você seja, sempre é possível inovar e melhorar. Não critique quem faz melhor ou diferente de você. Veja se é possível aplicar novas ideias no seu negócio para melhorar. Falar mal de alguém ou alguma empresa que está se destacando em vez de aprender com ela é a mesma coisa que as locadoras reclamarem do Netflix. Melhorem seus serviços, inovem e chorem menos.

3- Planeje-se e Persistência:  Passava do meio dia, sol quente, todos em formação e preparados para descer avenida. Em conversas com alguns colegas, alguns diziam e achavam que ali não conseguiriam descer todo percurso, mas houve preparação, ensaios. Havia principalmente amor na recordação do que antes se fazia e o resultado foi um espetáculo incrível. Assim como profissional em vendas, pergunte-se sempre: estou com postura e atitudes de herói ou postura e atitudes de vítima? Canalize energias negativas e a frustração de não atingir uma meta numa oportunidade de aprendizado. Para vendas também precisamos de planejamento e persistência e quanto mais preparados, melhor o resultado. Faça o seu melhor, persista nunca desista e assim como a vida, deixe a sua “Banda” passar lindamente. Sucesso e boas vendas.

* Milene Bartolli atua há 10 anos com vendas consultivas, MBA em Gestão Empresarial pela FGV, especialista em Vendas Consultivas e Gestão Comercial.

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