Artigo: “Somos emocionalmente frágeis?” – por José Renato Nalini, secretário da Educação do Estado de São Paulo

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Somos emocionalmente frágeis?

Diante da irreversível constatação de que as habilidades socioemocionais são mais importantes para a felicidade pessoal do que as capacidades cognitivas, é preciso estar atento à influência da emoção em nosso comportamento.

Dentre as consequências da debilidade emocional na postura pessoal e profissional, os especialistas apontam uma série de inconvenientes, todos aptos a atrapalharem nossa vida.

A síntese da maior parte deles seria a incapacidade de separar os problemas pessoais das atividades profissionais, de forma que os resultados esperados sejam afetados. Outro é a competitividade excessiva. Também a falta de foco nas tarefas.

Muitos emocionalmente frágeis têm dificuldade para lidar com as limitações das pessoas. Algo presente em inúmeros ambientes, até mesmo naqueles que não admitiriam essa influência, é a participação na maledicência, nas mentiras que desarmonizam a equipe e prejudicam o ambiente de trabalho.

O emocionalmente inseguro não tem capacidade de reconhecer seus talentos. Sua motivação é atrelada apenas ao reconhecimento. Egocentrismo e sensibilidade extrema são inimigos de um bom desempenho. Quem se fragiliza não tem motivação no trabalho e reclama o tempo todo.

Outra ocorrência não rara em muitos espaços de convívio é a incapacidade de receber críticas. Quem se vê afetado intensa e continuamente por fatores emotivos, não consegue planejar sua carreira. Começa a padecer de falta de controle emocional em situações de pressão e seu comportamento passa a ser pautado pelo domínio das emoções.

Nem sempre se consegue atravessar sozinho por esse caminho árduo do autoconhecimento, de maneira a conseguir conduzir-se com equilíbrio e sensatez. Quando o cenário não se mostrar dos melhores, é conveniente procurar auxílio de um especialista. O importante é ter noção daquilo que nos prejudica, nos afeta e nos impede de explorarmos nossas potencialidades, comprometendo o lugar do trabalho, expondo-nos ao ressentimento daqueles com os quais convivemos e, acima de tudo, tornando-nos profundamente infelizes.

A vocação humana é a felicidade. Se possível, transmitindo esse espírito de bem-estar e conforto espiritual para todos aqueles com os quais interagimos.

José Renato Nalini, secretário da Educação do Estado de São Paulo

Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
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